GOVERNO DO BRASIL – Projeto Amazônia

Celio Evangelista Ferreira do Nascimento

AUTO-APRESENTAÇÃO

AUTO APRESENTAÇÃO…

Deus pode ser apresentado? Não. E a Doutrina Cristã que produziu e orienta a civilização brasileira ensina que: “o homem é a imagem e semelhança de Deus.” Logo, eu não posso ser apresentado. Mas não foi sempre assim.

Nascido em berço de ouro, num paraíso gaúcho chamado Invernada Redonda há 40 quilômetros da cidade de Passo Fundo/RS, que misturava Natureza, Vida e Espaço em campos floridos, matas verdejantes, rios, lagoas e cachoeiras, gado, ovelhas, cavalos, porcos, aves, pássaros, animais silvestres e insetos, carrapatos, pulga, percevejo, bicho-de-pé…

Não havia como limitar a imaginação, embora a emoção fosse contida pela razão, no suceder-se de gerações, desde Abraão, quando iniciou-se o povo judeu, com finalidade única da espécie humana procriar, sobreviver e raciocinar, no povo judeu, permanecesse identificada pela hombridade, honradez, caráter e lucidez, apurando a determinante genética para abrigo biológico do Filho de Deus; do qual, sou primo por parte da sua mãe. Era natural, pois, que eu crescesse treinando a mente para a vida pela melhor organização e educação familiar e ensino escolar, não tendo limites na busca da finalização da capacidade intelectual humana nos seus campos pedagógicos.

E aí, primeiro percebi que Deus, em minha capacidade de identifica-lo, seria Inteligência-Poder-Riqueza. Contudo, não o identifiquei, mas justifiquei por essa fórmula a supremacia social que o meu “status de doutor rico e poderoso” demandava perante a minha consciência espiritual. E, lógico, isso me levou logo à saturação da vida e me mostrou que a respectiva compensação era a solidão. Ao buscar remédio no existencialismo humano para ela, verifiquei que o Rei Salomão registrou profundas queixas sobre esta mesma situação e isso me convenceu de que não havia solução; que a compensação da supremacia social era mesmo a solidão. Mas, quando eu me detinha ao relento para tentar algum relacionamento com as estrelas, a parte do Universo que eu podia focar, dizia em minha sensibilidade que todas as minhas buscas estavam dentro de mim, e o encontro que eu tentava com Deus estava agendado em minha consciência espiritual, bastando apenas que eu o lesse. E eu li. E estava escrito que eu queria saber quem é Deus para eu ser a “sua imagem e semelhança.” E o encontro com Deus foi no Gênesis, onde Deus, nas labaredas que consumiam a Sarça debaixo da qual Moisés se abrigava do escaldante calor do deserto, se identificou para ele: “SOU O QUE SOU.” Pronto! Acabara-se a busca, porque acabou a solidão da minha imagem do Deus inteligência-poder- riqueza que nada mais era do que a imagem de mim mesmo. E eu emergi NA ESPIRITUALIDADE DA ESPÉCIE HUMANA À IMAGEM E SEMELHANÇA DO DEUS: “SOU O QUE SOU,” que está distribuído na CRIAÇÃO, tão convicto de si, tão íntegro, tão incontestável, tão intocável, tão SUPREMO que não tem aparência e nem identificação no respectivo contexto pelo qual ele se empreende; desde o fogo que derrete a vela e tempera o aço, até o ar que agita o espaço e ativa o cérebro, ou da água que afoga o corpo e dá flutuação à sensibilidade, ou da terra que apodrece a semente e lhe dá perenidade da espécie.

E constatei que sou o PONTO entre o ABSOLUTO na minha frente, e o ABSURDO às minhas costas. E desde então, não sou mais o que fui, mas sim, SOU O QUE SOU: morador de rua como o primo Jesus informou que era: “As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas eu não tenho nem o espaço onde deito para dormir.” O céu era o seu teto, a terra era o seu tapete e o espaço ao seu redor completava a mansão na qual ele abrigava em seu coração, todos quantos a ele se achegassem: “Minha mãe, meus irmãos, meus familiares, são todos os que gostam de mim porque SOU O QUE SOU” e não o que eu possa representar ser pelo volume de lixo que acumule numa dinâmica existencial sem sentido e sem objeto, visto que a Ciência já demonstra o que se carrega de concreto de qualquer dinâmica e tamanho de empreendimentos em que investirmos nossas vidas: SÃO AS MESMAS 7 GRAMAS DE NEUTRINO, na cor AZUL CLARO e da mesma respectiva essência material que, por formar contexto espiritual absoluto, Jesus chamou de “Espírito Santo.” E assim, como morador de rua, por não me confundir mais com o conteúdo industrial do mundo, por pura ironia do sacerdócio vocacional que abracei, resulto na operacionalidade da Constituição que escrevi, com o encargo nela, de assumir a Presidência do Brasil para ser o Magistrado Supremo do meu povo em seu Processo Histórico, que ela institui e personifica no seu art. 1º incs. I,II e Parág. único com o art. 3º incs. I/IV, o art. 4º incs. I, III com o art. 5º caput, incs. X, LXXIII, §§ 2º,3º com o art. 15 inc V, o 37 caput e § 4º, o art. 84 inc, XIII com o art. 85 inc. V e o art. 142 da Constituição, que eu escrevi cumprindo missão das Forças Armadas que a produziram, mas que não sou eu e nem elas e sim, é o ESPÍRITO MAGISTRAL DO POVO BRASILEIRO, FORJADO NO VERBO JURÍDICO FUNDIDO AO VERBO DE CHUMBO, que faz a base do Estado Democrático de Direito no mandato-patentes do Presidente da República, constituindo a chave de disparo do Poder Constituinte preservado no poder constitucional, sempre que a vocação de liberdade do povo brasileiro definida na Constituição, sofra desvirtuamento ou traição de qualquer tipo.

Será que a pessoa identificada PELO QUE ELA SEJA COMO GENTE e não como composto de coisa biológica com seus implementos materiais é o princípio político que Deus quer restaurar à humanidade neste conturbado, confuso e trágico momento da civilização brasileira, que estancou o progresso necessário de abrigo da nação como produto da sua própria História? E que não é degeneração isolada do povo brasileiro, porque tem suas causas geradoras em todo o mundo civilizado; cuja fonte genética é a formação psíquica das pessoas, para não serem o que espiritualmente são, mas sim, aparentarem ser o que o materialismo insano impõe. E por isso, avulta como tarefa imediata de governo, a restauração do doutorado sobre as perguntas: Qual é o sentido da vida? E o que eu estou fazendo da minha? Mostrando que, para ser doutor, poderoso e rico, não se precisa matar mais de 5 milhões de concidadãos, roubar mais de R$ 36 trilhões do País e destruir a Pátria até a sua falência total. Porque, por esse tipo de desconstrução espiritual, que o materialismo inconsequente impõe, os doutores resultam fundidos com analfabetos; os poderosos resultam fundidos com bandidos; os ricos resultam fundidos com ladrões. E daí, a dignidade humana acaba substituída pela fachada do mais covarde; o amor vira moeda de troca na competição do consumo, e os filhos viram encargo de acidentes sexuais entre as mulheres transformadas em vasos de descarga espermática para cafajestes, e os homens são transformados em dejetos das suas próprias desqualificações, ao ponto de só se sentirem alguma coisa pelo seu potencial de consumo a partir da imponência do abrigo que constroem, não por amor à família, mas, para ser “doutor, poderoso e rico;” em cujo contexto, os filhos servem para abater roubo ou assalto no imposto de renda e justificar a demência por patrimônio. E, como é disso que nascem as ditaduras, as tiranias e os desastres políticos, a civilização é cíclica, composta de períodos de efervescência de atividades e períodos de estagnação inventiva. Em cujo abortamento espiritual, a civilização brasileira desponta desde os seus primórdios coloniais, cada vez mais arraigada à sua gênese de exploradores sem pátria, degredados, piratas, devastadores, fugitivos, bandidos profissionais, corridos pela miséria e aventureiros de todas as espécies.

E neste estado, as Forças Armadas descobriram o Brasil em 1964, com um patrimônio a ser empreendido de US$ 243 trilhões, um espaço geográfico para abrigar mais 800 milhões de pessoas; água potável para abastecer 80% da humanidade por mais 5 mil anos; carbono para suportar a desindustrialização cega do mundo e reencaminhá-lo para a recomposição econômica de transformação da tríade patrimonial: HOMEM-TERRA-NATUREZA em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA e não mais para o LUCRO.

Então, estou convencido pelo tanto que a minha condição de morador de rua na Magistratura Suprema me leva a entender minha nação e pelo entendimento, amá-la sem restrições, que REALMENTE ENCONTREI DEUS se apresentando para Moisés e desde então, EU SOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA, porque SOU O QUE SOU e não o que me envolve para ser uma rápida ilusão de consumo.
E se você é um dos que dizem: “Mas o mundo não é assim. E a gente tem de ser como o mundo é, senão, não funciona,” vai perder a apresentação que Deus está oferecendo de Si, para você ser “a sua imagem e semelhança.” E vai ficar deslocado(a) dentro do TEMPO NOVO que começou neste ano de 2017 a reinstalar o Brasil descoberto em 1964 pelas Forças Armadas, no canteiro de obras de construção da civilização que a Constituição projeta pelo ESTADO CONSTITUCIONAL ECONÔMICO DE PROGRESSO PARA QUALIDADE DE VIDA, mudando o consumismo para a cobertura racional da nação, na única finalidade da espécie na Criação, de procriar, sobreviver e raciocinar, que o tempo de predomínio dado ao Diabo suplantou pelo capitalismo, comunismo, socialismo, imaginativismo, doutrinalismo, miseralismo, liberalismo, libertinagem, comiseracionismo, banditismo, caritativismo, impositivismo e analfabetismo fundido com fundamentalismo; por onde ele desintegrou a humanidade como composto intelecto-espiritual e chegou ao Brasil destes dias com “filhos contra os pais, esposas contra maridos, mulheres contra os homens, pretos contra brancos, empregados contra patrões, analfabetos contra eruditos, sem terras contra proprietários, nesse contexto bio-emocional do “LULINHA PAZ E AMOR” feito de analfabetismo, mentira, cafajestismo, covardia, vadiagem, traição, marginalidade, vício, burrice, vagabundagem e sem-vergonhice; como modelo do “terrorismo comunista gramscista” ardilosamente imposto pelo “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil em 22 Anos”, que destruiu a geração de brasileiros de 30 anos para menos e transformou a democracia em “cleptocracia” e o “País num sindicato de ladrões” pelo crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilhas; assentado por “bandidos escondidos atrás de mandatos, fazendo leis para bandidos escondidos atrás da toga, manter o terrorismo acordado como sistema de poder e a corrupção partilhada como forma de governo;” com a nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho em regime de extermínio pela tortura terrorista do medo, insegurança pública, insegurança jurídica, insegurança econômica, desemprego e destruição moral, que prostra a nação por 88,9% de doentes, com um canceroso em cada três doentes amontoados nos corredores de extermínio do SUS, onde são eliminados na base de 94 pessoas por dia; 638 mil pessoas em regime de extermínio pela tortura terrorista carcerária, com mais 479 mil pessoas em regime de extermínio terrorista por exclusão social, à marginalidade por mandados de prisões expedidos; formando o núcleo de 3,6 milhões de pessoas agregados à economia do crime” pelo banditismo de campo, produzindo 174 assassinatos por dia, uma ação criminosa a cada 0,11 minutos; 100 mulheres e crianças estupradas por dia; 503 mulheres agredidas por hora; 9 pessoas executadas por dia no “tiro ao alvo” de treinamento dos menores arregimentados ao banditismo.

E assim completou-se o ciclo satânico com o suicídio de poder do PT, levando consigo as oligarquias do poder, vadiagem, colonialismo e subdesenvolvimento pelo auto expurgo da civilização brasileira para a instalação do Brasil na etapa final do “Ideário da Revolução de 64” sem impositivismo e sem ideologismo de qualquer espécie, porque a Constituição estabelece a pessoa humana identificada pela dignidade, soberania de consciência e autonomia de ideais, como fonte, objeto e fim da civilização brasileira. E por isso, todo o poder emana dela, bifurcado em poder constituinte preservado e poder constitucional outorgado, determinando o seu Processo Histórico pela Constituição operada pelo Estado Democrático de Direito, onde se aloja e de onde emerge a IMPESSOALIDADE DE GOVERNO, DE LEIS E DE JUSTIÇA, NA MAGISTRATURA SUPREMA DE ESTADO que eu, morador de rua, porque SOU O QUE SOU, envergo atualmente como titular constituinte da Presidência da República Federativa do Brasil. Logo, como PRIMEIRO SERVIDOR DA NAÇÃO liderando-a no TRABALHO pela força empresarial gerando emprego assentado em expansão financeira, e por essa fusão, fazendo o PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA. Logo, se: “mudar o mundo é mudar a cabeça da humanidade que o habita” penso que Deus está presente em nossa causa, desde que nasci, numa gestação espiritual específica para a respectiva predestinação. Na qual, peço desculpa à nação por ter levado tanto tempo para SER O QUE SOU.

Dr. Celio Evangelista Ferreira do Nascimento.

Compartilhar: