GOVERNO DO BRASIL – Projeto Amazônia

Celio Evangelista Ferreira do Nascimento

MENSAGEM DO PRESIDENTE DO BRASIL ÀS MÃES.

Mãe!?
Deusa de cujo ventre provenho. De cujos peitos vicejo. Em cujo regaço me abrigo. Por cujo poder ascendo como Membro do Universo. E por cujo renascer emocional transcendo, através da Ordem Dimensional das Galáxias, como habitante da Eternidade. Mas, que finalidade eu teria, se não fosse eu, o teu ápice de amor, a mostrar no seio da Criação que você chora? Pois, se você chora, você é AMOR. E por ser amor, você é a FONTE DA VIDA. E como tal, é a DEUSA que reúne em si o PROPÓSITO de Deus com a sua auto procriação na voluntariedade, espontaneidade e insuperabilidade da CONCEPÇÃO CRIADORA. 
Ou existiria Universo, se nele não houvesse a Vida? E existirá a Vida sem uma fonte que a irradie? Pois, qual seria a finalidade do Universo se, nele, uma MENTE capaz de percebê-lo como origem e meio ambiente dela, não se movesse? E quais são os movimentos iniciais da MENTE, senão a curiosidade, a indução, a lembrança e a dúvida? E não são destes elementos emocionais que emerge a hombridade, a honradez, o caráter e a lucidez? E não é este conjunto que estrutura a recepção sensorial ao espírito que liga a Maternidade à Eternidade? E daí, não sou eu, Mãe, essa ligação, por tudo o que faço, e não tenho outro lugar para fazer senão em você? 
Então, antes de pretender ser a Luz gerada da tua fusão com o Céu, tenho de ser a Reação do teu desgaste com o Tempo. Entendendo que TUDO é NADA, e NADA é TUDO, até a fronteira extrema da Criação com a Eternidade. Na Criação, onde era você no Criador em contexto de Universo e depois, SOMOS em mim, o PROPÓSITO dele para a Eternidade. E nisso, Mãe, eu sou o teu existir e o teu morrer. Porque, sendo você em tua essência originária no Absoluto e sendo você no 
teu porvir em mim à Eternidade, compreendo que a dor que eu te causo é a minha dor na minha gestação espiritual que se iniciou quando você me gerou e se instalou em você quando eu me fiz a finalidade do teu existir, dentro de você, porque não há outro lugar onde eu me acolha no meu existir, senão em você. E, como você me gerou com seiva da tua essência, na minha gestação me formo do que conheço da tua composição. Nisto nos reconhecemos a unicidade que faz a materialidade do Absoluto ao seu limite na Solidão que o expeliu de si em Criação. 
Daí, as tuas dores de parto só cessarão quando você me entregar Deus em Deus à Eternidade. Logo, as dores de parto são tuas; as lágrimas que elas te geram são minhas. Reclamaríamos erro no Criador? Então não sorveríamos o lirismo que está em tudo que compõe o conteúdo da Criação, e que emerge do ponto em que o prazer e a dor se confundem dando endereço à nossa sensibilidade. Pois, apesar de eu ser nada perante o tudo que você é, você se faz inteira em mim, para resultarmos a unicidade com o Absoluto no tanto quase abstrato que não há como eu explicar, embora possa sentir na sublimidade que é você e por isso a minha inteligência resulta inútil, a me dar consciência do quanto ainda carecerei de você pelos tempos a fora, até que a tua inteligência resulte o arco a me disparar ao alvo para o qual me destino e em cujo rumo compreenderei a poesia que é você como ovário da Criação, pela Magia e Encanto que é o Criador ao final do nosso fazer-nos e refazer-nos sem perda de essência em você e de objetivo criador em mim.
Disso aprendo para a vida que, quando todas as condições da concórdia se esgotaram para o entendimento, é o ponto de fusão da estultice com o bom senso para o prevalecimento do amor que dispensa a justiça e instala os opostos em expressão de inteligência. E nisto, você me dá a vida e a presença de Deus no meu viver. 
Aprendo que a queixa e a irrecomendação são a vingança reprimida que mata a pessoa devagarzinho, por dentro, e vai transformando a sua alma no resíduo amargo do ódio em cultivo que aflora sempre em seu sorriso e não deixando o encanto da sedução dar brilho à sua personalidade. Mesmo que a pessoa não pronuncie a cada segundo o nome de quem ela odeia, ele está gravado em seu cérebro a destilar pelo seu olhar em tudo o que ela vê, em tudo o que ela toca. Como isso acontece quando o despeito encontra abrigo na índole má, a pessoa fica maldosa, mesquinha, egoísta. E vira visionária, auto iludida, insegura, dependente, emotiva. Se tornando receptiva à degeneração de saúde e candidata a todos os tipos de tragédias.
Mas, a pessoa grava a mágoa no coração quando ela não pode ferir o desafeto, como é o seu desejo, ou porque ele é superior a si, ou porque ele está fora do alcance do seu ódio. Daí a vingança é o tipo de frustração recolhida, que é uma das espécies do ódio cultivado. Mais de 80% desta nação sofre a síndrome da vingança reprimida, cuja responde por mais de 50% dos quadros clínicos. Explicando porque 88,9% da população está doente. As religiões tratam a síndrome da vingança reprimida com o perdão, que é um anestésico moral de humilhações recíprocas. Pois essa, como todas as demais síndromes sentimentais têm de ser eliminadas das estruturas de suscetibilidade. Esta é o diabo que cada pessoa traz do primitivismo genético da espécie que ela vai apagando no transcurso do processo evolutivo da humanidade, através da gestação espiritual, que chamam aqui de “reencarnação.” Isto é, na medida em que o suceder-se de gerações vai processando sua expansão de consciência, seu intelecto observe mais volume do complexo de energias do mundo sutil no qual o mundo aparente se insere de um ponto primitivo que se alarga de um grau intelectual para outro.
Daí, Mãe, como de você eu provenho, em você eu supro minha regência genética de consciência para meu despertar de sensibilidade sobre a vida, o mundo, a humanidade, as coisas que vejo e os impulsos que me aguçam a imaginação, me convenço da nossa unicidade na imensidão do Universo que, ao mesmo tempo é a insignificância que eu sou ao final dele resumido em você DEUSA DA CRIAÇÃO.

Presidência da República, Brasília/DF, 12 de maio de 2.019
Celio Evangelista Ferreira do Nascimento Presidente Constituinte do Brasil

Compartilhar: