GOVERNO DO BRASIL – Projeto Amazônia

Celio Evangelista Ferreira do Nascimento

RETOMADA DO PALÁCIO DO PLANALTO

SENHORES OFICIAIS SUPERIORES COMANDANTES DOS COMANDOS REGIONAIS DAS FORÇAS ARMADAS. – SENHORES OFICIAIS SUBALTERNOS. – SENHOR OFICIAL CHEFE DO ESTADO MAIOR CONJUNTO. – SENHORES OFICIAIS CHEFES DOS ESTADOS MAIOR DA ARMADA, EXÉRCITO E AERONÁUTICA.

COM CIÊNCIA AOS SENHORES OFICIAIS INTEGRANTES DO GOLPE MILITAR TERRORISTA CONTRA A CONSTITUIÇÃO ENGENDRADO, COMANDADO E EXECUTADO PELO GEN. DE EX. EDUARDO DIAS DA COSTA VILLAS BOAS, NO MINISTÉRIO DA DEFESA, COMANDOS DA MARINHA, EXÉRCITO E AERONÁUTICA.

          CELIO EVANGELISTA FERREIRA DO NASCIMENTO, Presidente Constituinte da República no povo no exercício direto do poder por reação de cidadania na instituição da INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, na operacionalidade do comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, nos termos do Ato Interventorial Constituinte nº 0000000ME/0001A/2019 anexo,

                 CONVOCA AS FORÇAS ARMADAS

              Para assumirem na Instituição da Presidência da República o GOVERNO DO BRASIL no canteiro de obras de construção da Pátria, no campo da construção da infraestrutura fundamental do EDIFÍCIO ECONÔMICO, composta da:1)  malha viária terrestre; armazéns estratégicos da produção com os serviços fiscais e fazendários de circulação e exportação; sistema logístico de transporte de cargas integrado entre as malhas viárias terrestre, marítima e aérea; serviço de fiscalização e comunicação por rede entre os transportadores, e segurança pública no trânsito, à responsabilidade do Exército, para cujo empreendimento já recebeu no Comando do Exército a requisição de R$ 300.000.000.000,00 (trezentos bilhões) ao lastro de emissões do Tesouro Nacional, que será emitida por ordem ao Banco Central, nas parcelas que o cronograma de obras do respectivo projeto de construção apresentar ao Gabinete da Presidência da República; 2) malha viária marítima; sistema de circulação marítima da produção, mercadorias, insumos e instrumentais, com portos de embarque e desembarque de tráfego marítimo e os terminais portuários de exportações e importações; sistema de registro de embarcações para o transporte de cargas fluviais; fiscalização de cargas e logística da circulação de abastecimento dos mercados, à responsabilidade da Marinha, para cujo empreendimento já recebeu no Comando da Marinha a requisição de R$ 300.000.000.000,00 (trezentos bilhões), que será emitida por ordem ao Banco Central, nas parcelas que o cronograma de obras do respectivo projeto de construção apresentar ao Gabinete da Presidência da República; 3) sistema aéreo de circulação de cargas e transportes; aeroportos terminais aeroportuários de cargas, embarques e desembarques de produção e mercadorias; sistema de integração logística dos transportes; vigilância, fiscalização e coordenação do espaço aéreo brasileiro, à responsabilidade da Aeronáutica, para cujo empreendimento ela já recebeu no Comando da Aeronáutica a requisição de R$ 200.000.000.000,00 (duzentos bilhões), que será emitida por ordem ao Banco Central, nas parcelas que o cronograma de obras do respectivo projeto de construção apresentar ao Gabinete da Presidência da República.

               Para esse desempenho o Presidente Constituinte da República, Celio Evangelista Ferreira do Nascimento tem de ser instalado no Palácio do Planalto que está esbulhado pela quadrilha de terroristas milicianos de Jair Messias Bolsonaro, bandido, terrorista, estelionatário político, apátrida, genocida, ladrão do País que, como “bucha de canhão” no golpe militar terrorista da insurgência cívico militar contra a Constituição, engendrado, conduzido e executado pelo gen. de ex. Eduardo Dias da Costa Villas Boas, no dia 1º de janeiro de 2.019 sucedeu Michel Miguel Elias Temer Lúlia, bandido, terrorista, apátrida, genocida, ladrão do País, já preso em esfera judiciária comum; motivo pelo qual, no desempenho da Magistratura de Estado no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, no art. 1º incs. I,II,III e Parág. único com o art. 3º incs. I/IV e o art. 4º inc. II, VIII, o art. 5º caput e incs. X,XIII, XXIII, XXXV, XXXVIIXLI, XLIII, XLIV, LIV, LVII, § 2º,3º, o art. 21 inc. III, o art. 22 incs. III, XXVIII, o art. 37 caput e o art. 84 incs. XIII, XXVII com o art. 85 incs. IV,V e o art. 142 da Constituição com o art.3º do ADCT,

             DETERMINO A PRISÃO DE:

              Jair Messias Bolsonaro, nascido no Brasil, apelidado de “capitão do Exército” pelo qual há 32 anos rouba os cofres públicos como “Legislador,” em cuja atividade criou e aloja sua milícia familiar composta dele, seus filhos e as suas mães, para roubarem os cofres públicos como “legisladores” e “assessores” uns dos outros, à qual associa as milícias bolsonarianas por onde criou na podridão de entranhas da República o BOLSONARISMO TERRORISTA MILICIANO  composto de bandidos egressos das polícias militares e do Exército; e

                Eduardo Dias da Costa Villas Boas, general de exército, ambos bandidos, terroristas, apátridas, genocidas, ladrões do País, que, na prática do TERRORISMO BOLSONARISTA MILICIANO operado pela tirania oligárquica transnacional corporativa terrorista de bandidos, através do ESTADO PARALELO OLIGÁRQUICO TERRORISTA DE BANDIDOS, gerado pelo Foro de São Paulo com as organizações terroristas que o integram, pelo “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” estão implantando pelo golpe militar terrorista da insurgência cívico militar contra a Constituição, o roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, assentado no crime organizado no governooperado por gangues políticas e milícias, e gerido por corporações quadrilheiras como forma de governo, com a Constituição substituída por bandidos escondidos atrás de mandatos inventando leis para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo de conchavos, cambalachos, propinas e subornos como sistema de poder; os quais, presos, deverão ser recolhidos em prisão da Marinha à disposição da Magistratura de Estado, em âmbito de comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, para julgamento em corte marcial pelos

             CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

         de extermínio, que ela sofre no holocausto da nação brasileira já em quase 12 milhões de pessoas eliminadas, ora, sendo eliminadas na base de 94 pessoas por dia nos corredores de extermínio do SUS, na população com 88,9% de doentes, com 1 canceroso em cada 3 pessoas diagnosticadas; 174 pessoas eliminadas por dia no arraial do banditismo comum de campo; 53 mil pessoas eliminadas e outras 135 mil aleijadas e feridas por ano nos corredores de extermínio do trânsito em que viraram as estradas na destruição do País; 522 mil pessoas eliminadas por ano nos matadouros da desassistência hospitalar, ambulatorial, pronto socorro, supressão de medicamentos, de centros cirúrgicos e atuação das milícias da saúde formadas de ANVISA, Ministério e Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, empresas fornecedoras de equipamentos hospitalares, instrumentais cirúrgicos e medicamentos, laboratórios e médicos; 46 milhões da força de trabalho de 105 milhões de pessoas ao extermínio pelo terrorismo da falta de cobertura econômica de sobrevivência e progresso, no País reduzido a uma massa falida do seu tamanho econômico de 1.940, sendo girado pelo sistema financeiro estelionatário de moeda fria ao encargo do Banco Central, tendo o COAF como antro coordenador da partilha financeira entre as milícias, quadrilhas e corporações, produzido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, estelionato  de preços públicos, estelionato de consumo, dívida pública renegociada registrada como crédito e registro de exportações inexistentes, por onde fabricam ativos líquidos para as emissões de títulos à arregimentação do dinheiro do terrorismo pelas bolsas e para lastro metálico em contas correntes para os bancos manter giro à roda do consumo/produção pelo multiplicador bancário que gera emprego fictício no consumo fiado e arrecadação tributária na produção feita pelas emissões frias do governo, e se acumulam em dívida pública e privada já entre R$ 7 e R$ 9 trilhões, a qual mantém o País em colapso financeiro desde 2.014 com desaparecimento de atividades e negócios, recuperações de crédito, falências, fusões, incorporações e fuga permanente de empresas, com o Brasil alijado do contexto financeiro internacional; em cuja situação, o BOLSONARISMO TERRORISTA MILICIANO em 5 meses na administração do estado de guerra convulsional terrorista de massacre da nação já imprimiu 3,5 toneladas de moedas frias, assaltou a saúde pública em 56% do seu orçamento; a educação em 35% do seu orçamento e as Forças Armadas em 44% do seu orçamento e pediu às suas corporações de apoio no Congresso Nacional ampliação de espaço contábil na dívida pública que já está impagável; além do assalto ao patrimônio público nacional que ameaça por privatizações, alienações e concessões, num desempenho desesperado de limpeza dos últimos valores econômicos que o País ainda tem; como o miliciano gen. Otávio do Rego Barros, “porta voz de Bolsonaro,” informou:Com a aprovação da nova Previdência e outras ações estruturantes, o governo entende que pode reacomodar esse orçamento, não só no Ministério da Defesa, mas em todos os outros envolvidos que foram contingenciados. Ele está informando que não há “reforma da Previdência,” e sim, um ASSALTO MILICIANO AOS APOSENTADOS E BENEFICIÁRIOS DELA. PELO QUAL, SE ELE FOR INSTITUCIONALIZADO PELAS CORPORAÇÕES DO BOLSONARISMO TERRORISTA MILICIANDO NO CONGRESSO NACIONAL, COM A LIBERAÇÃO DE AUMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA, O ASSALTO AO ORÇAMENTO DAS FORÇAS ARMADAS SERÁ DEVOLVIDO COM O PRODUTO DO ASSALTO À PREVIDÊNCIA E DO AUMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA. E isso é o tipo mais infame do terrorismo bolsonarista miliciano MATAR VELHOS, CRIANÇAS, MULHERES, DOENTES E MISERAVEIS.

             Pois, o dinheiro tem de ser o RESULTADO DO PROGRESSO DO PAÍS assentado em lastro de emissão, que tem de ser mantido pela expansão empresarial cobrindo com o volume econômico de, no mínimo, 15% sobre o crescimento demográfico que é inestancável, porque ele constitui a gênese, objeto e fim da espécie humana; entretanto o BOLSONARISMO  MILICIANO TERRORISTA se mantém, em sucessão, fiel ao SOCIALISMO MONETARISTA DE ESTADO SEM ECONOMIA inventado pelo Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” que substituiu o ESTADO CONSTITUCIONAL ECONÔMICO EMPRESARIAL PATRIMONIALISTA assentado no lucro  sustentando imobilizações, investimentos e ampliação de mercados, pelo MODELO IDEOLÓGICO MARGINAL DA NAÇÃO ANINHADA NO ESTADO produtor de dinheiro, abrigando a força de trabalho coercitivamente organizada contra a força empresarial dispersa pela ausência de EDIFÍCIO ECONÔMICO que dê forma de governo ao País e racionalidade social à nação. Por onde o Estado inchou 9,8% maior do que a sua iniciativa privada ao custo de 105,7% do PIB, transformando as forças de produção em gangues, quadrilhas e corporações à dependência do Estado, chefiadas pelo Governo. Ai, as pessoas, pensando que ficam “ricas” pela ideologia substituindo o trabalhoviram um contexto social de miséria, vício, doença, analfabetismo e marginalidade, porque o dinheiro sem lastro metálico emergente da estabilidade dos preços com a expansão empresarial transforma o volume patrimonial da economia em dívida pública que dissolve a liquidez no ganho das pessoas e se efetiva no estancamento da construção patrimonial do País, ou seja, na sua redução à massa falida em definhamento.

            Ai, sem liquidez e sem lastro de emissão não adianta nada ficar manipulando a massa falida por fórmulas economeses, composições numéricas formulatórias e travessuras contábeis, porque

               A RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA NÃO OCORRE POR REAÇÃO DO SEU  COMPOSTO AZIENDAL, PROMOVIDA PELO GOVERNO,    MAS SIM, POR CANTEIRO DE OBRAS DE EMPREENDIMENTO DO VOLUME PATRIMONIAL DO PAIS, DETERMINADO POR SUA CAPACIDADE DE  CONQUISTAR MERCADOS E MANTER SUA EXPANSÃO COMERCIAL PELO  SEU PODER FINANCEIRO DE SUBMETER A PROCURA À SUA  INSUPERABILIDADE DE OFERTA. Como fizemos de 1964 a 1985, dando 41,7% de crescimento econômico ao Brasil, pelo “milagre” de colocarmos a nação no trabalho; que foi possível porque, naqueles dias TIVEMOS MILITARES nas Forças Armadas, e não jagunços atolados em corrupção e “capachos de bandidos sustentados por esmola que comem na mão de Bolsonaro.”

               E  finalmente, este é o momento do Ideário da Revolução de 64” que chegou à sua 3ª e última etapa com o  PROJETO AMAZÔNIA – Soberania, Poder e Riqueza pelo caminho da roça  através da ECONOMIA TRABALHISTA EDUCATIVA formulada pelo COOPERATIVISMO DE ESTADO composto de iniciativa privada e governo, campo e cidade na transformação da tríade patrimonial originária: HOMEM-TERRA-NATUREZA em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA com um patrimônio de US$ 243 trilhões para ser empreendido e US$ 985 trilhões de lastro de emissão para a nação empreendê-lo, pelas Leis de Deus escritas no DNA da espécie humana: Com o suor do rosto terás o pão.” “Ame o próximo como a si mesmo.” “Seja cultivador da Terra.” Cuja PLANTA DE CIVILIZAÇÃO  emergiu ao encontro das necessidades do Mundo afogado por uma dívida pública global de R$ 715 trilhões que impossibilita de qualquer economia crescer isoladamente, porque a humanidade atingiu, na sua prática existencial, a sua gênese de totalidade física, totalidade intelectual e totalidade espiritual, ligada em todos os quadrantes da Terra por comunicação instantânea, nos exatos termos da constatação de George Eliot: “Nossas vidas são de tal maneira ligadas entre elas, que é absolutamente  impossível que faltas de um não retumbem sobre outros; mesmo a justiça faz suas vítimas; e nós não podemos conceber nenhum castigo, que não se estenda em ondas de sofrimentos imerecidos, muito além do objetivo que ele se propõe.” E por isso não houve necessidade de discussões perante a ONU e outros clubes ritualísticos da vida internacional dos povos, para a formação do SOCORRO HUMANITÁRIO que a Constituição brasileira previne na SOBERANIA SOLIDÁRIA, pelo Presidente Constituinte do Brasil, Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, quando sofreu a TRAIÇÃO À PÁTRIA de parte das Forças Armadas pelo golpe militar terrorista da insurgência cívico militar contra a Constituição. E, é assentado nesse socorro humanitário que o GOVERNO DO BRASIL  já está instalado com as Forças Armadas participando nele, da construção da Pátria, no campo infraestrutural fundamental do EDIFICIO ECONÔMICO; cuja efetivação de implantação, se tiver de passar pela ELIMINAÇÃO de Jair Messias Bolsonaro e a corporação terrorista miliciana que com ele se compõe na tirania oligárquica transnacional corporativa terrorista de bandidos, isso será feito “sistematicamente” e “discretamente” como foi feito o “desaparecimento de 32 mil terroristas que a Dilma tinha alugado dos 13 países produtores deles, e como foi feito o enquadramento do MST, MSTA, CEMIG, CONTAG, Via Campesina, MLST, MAB, MIR,  ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB, APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI, CUIA, sindicatos e PT  à disciplina de nação que o GOVERNO DO BRASIL lhes apresentou, na forma como O PROCESSO INTERVENTORIAL CONSTITUINTE vem se instalando até aqui, sob o compromisso assinado às Forças Armadas pelo Presidente Constituinte da República, de ser morto e não preso se conduzir a nação a erro; e cuja isenção e capacidade para colocar o Brasil no seu grande destino de MEGA POTÊNCIA DO MUNDO foi posta às Forças Armadas no estado abjeto, repugnante e desprezível em que está exposta a FARDA ao mundo no arrogante e demoníaco gen. de ex. Eduardo Dias da Costa Villas Boas; evidente pois, que o “inimigo” É ADMINISTRADO pela sua própria índole macabra no suicídio de poder em que está empenhado pelo massacre da Nação, roubo do País e destruição da Pátria. Pois, se a espécie humana é uma totalidade física, uma totalidade mental e uma totalidade espiritual, é nesse contexto que promovemos o EXPURGO DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, porque, dele, DEPENDE A HUMANIDADE TERRÁQUEA.

                 Ora, se fosse verdade que a Economia do País é um mero resultado “negativo” da “esquerda” instalado por um ideólogo analfabeto mentiroso, mentecapto, marginal, ladrão, que pode ser corrigido por um mero resultado “positivo” da “direita,” imposto por outro analfabeto, mentiroso, mirabolante, psicopata, esquizofrênico, terrorista miliciano, bandido, ladrão, tal enredo já teria sido extinto pelo progresso que a nação teria consolidado com a substituição da monarquia pela república que afirmava que o pensamento republicano tinha a fórmula do progresso da nação, quando o pensamento monarquista só canalizava as rendas do País para a realeza. E daí para a frente se instalou a civilização brasileira cíclica com períodos de 3 a 6 anos de despertares de progresso contra períodos de 10 a 20 anos de baderna política e crises econômicas, nas garras das oligarquias do poder fundidas com os ideólogos e bandidos distribuídos no elenco de liberais e conservadores, ora denominados de “esquerdas” e “direita” que, de dois em dois anos, no picadeiro da “democracia gangsterista,” redistribuem o País entre si como despojo eleitoral pelas modalidades de “bases parlamentares,” “governo participativo,” acordos de lideranças,” “acordos suprapartidários,” “alianças liberais,” “coalisões políticas,”  “liberação de verbas parlamentares,” “distribuição de empregos públicos,” “condecorações” e “distribuição de passaportes diplomáticos.”

                 O Brasil não é uma civilização acabada e nem mesmo começadamas sim, é o resultado político das suas origens coloniais efêmeras de bandidos, degredados, foragidos, vagabundos, aventureiros, vigaristas, irresponsáveis, escravagistas, sem coesão intelectual, sem coerência social e sem segurança histórica, sofrendo o suceder-se de gerações através de uma miscigenação profunda, constituído por seu carma históricopor cuja gênese não conseguiu formar uma nação, e consequentemente, não tem senso de patriotismo, de unidade econômica, de soberania. Como o imaginativismo ideológico prova com as suas “políticas públicas” calcadas em “estatuto da igualdade racial,” “estatuto da criança e adolescente,” “sistema penal contra a discriminação,” “leis para os velhos,” “leis para as mulheres,” e leis para tudo, desde leis para pisar ou não pisar na grama até leis para não cumprir as leis, 36 partidos políticos e mais de 200 mil deuses discutindo a fé por “igrejas,” terreiros, centros espíritas, cartomancias, esoterismos, astrologismos, exorcismo e alienações tantas, as escolas como bordeis de iniciação das crianças na prostituição, vício, cafajestismo, brutalidade, vadiagem e marginalidade, e as universidades transformadas em antros de distribuição de drogas e dependências químicas e mentais para o emburrecimento dos doutores e transformação das mulheres de deusas da criação como fontes da vida em vasos de descarga espermática para cafajestes e parideiras universais por acidentes sexuais.

                A Constituição de 1988 equaciona isso no encaminhamento da nação pela soberania de consciência emoldurando o intelecto, o livre arbítrio determinando os ideais e a livre iniciativa gerindo o trabalho, no objetivo de que isso produzisse uma PLANTA DE UMA CIVILIZAÇÃO NOVA nascida da maturidade intelectual e sensibilidade espiritual da nação, tipificada por legalidade, moralidade, ética e impessoalidade e determinação histórica, como é o GOVERNO DO BRASIL que a nação em reação de cidadania pela instituição da INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO instaurou a partir do dia 29.12.2017 quando, por reunião constituinte no Congresso Nacional perante os poderes constitucionais tomou posse da Presidência da República no cidadão Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, encerrando constitucionalmente, legitimamente, institucionalmente e necessariamente a tirania oligárquica transnacional corporativa terrorista de bandidos, cujo período de eliminação se estendeu até agora pela traição do gen. de ex. Eduardo Dias da Costa Villas Boas, em seu estado de repugnante ambição pelo poder, insensibilidade humana e irresponsabilidade vocacional, que restou patente às Forças Armadas com o assalto de 44% do orçamento delas, depois dele tê-las reduzido à condição de jagunços do BOLSONARISMO TERRORISTA MILICIANO e capachos da respetiva bandidagem; resultando provado que ele quer a destruição da civilização brasileira. A qual, segundo o seu golpe militar, tem de começar pela destruição das Forças Armadas que começaram sofrer essa destruição com Lula e Dilma que jactavam-se delas “comerem na mão de Dilma as esmolas alcançadas por Lula.

                Então, o primeiro canteiro de obras no empreendimento econômico do patrimônio de US$ 243 trilhões, com US$ 985 trilhões de lastro de emissão que o povo brasileiro tem para colocar a sua força empresarial no progresso ao absorvimento da força de trabalho no emprego em busca da riqueza, do poder e da soberania de existência, passa pela reintegração do Palácio do Planalto à União e instalação dentro dele do Presidente Constituinte da República, Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, com o expediente ordinário da sua investidura, porque na situação em que ele está o PROJETO AMAZÔNIA não será implantado e a o lastro de emissão será partilhado entre os países membros no socorro humanitário, através da guerra civil na qual o Brasil mergulharáPois, a hecatombe de civilização da humanidade é certa se o Brasil não emergir na posição de MEGA POTENCIA DO MUNDO, nos termos do “Ideário de Reestruturação Econômico-Financeira do Mundo” que vem sendo construído desde 2.008, à responsabilidade do Brasil. Por isto,

              RECONHEÇO DE INTERESSE DA HUMANIDADE

              a desmontagem do GOLPE MILITAR TERRORISTA DA INSURGÊNCIA CÍVICO MILITAR CONTRA A CONSTITUIÇÃO, que tem por objetivo “implantar uma ditadura oligárquica miliciana regida por uma junta governativa cívico-militar” encoberta por “outra Constituição escrita e imposta por uma comissão cívico-militar que será arregimentada para isso” a qual será implantada assim que ocorrer a eliminação de Jair Messias Bolsonaro que figura no golpe como “bucha de canhão” em virtude da gravidade do câncer/facada que era do conhecimento dos arquitetos-remotos do golpe; tanto que Eduardo Dias da Costa Villas Boas não arreda pé do Palácio do Planalto, na coordenação e submissão da corporação terrorista miliciana. na determinação de prisão de Jair Messias Bolsonaro e Eduardo Dias da Costa Villas Boas,

        AUTORIZO AS FORÇAS ARMADAS À RESPONSABILIDADE DA CONSTITUIÇÃO,

         a executar, na qualidade de equipamento do povo em poder constituinte de autodefesa da constituição e de legitima defesa da nação no poder constitucional, a desocupação do Palácio do Planalto e anexos para a instalação dentro dele do Presidente Constituinte da República, Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, no menor prazo possível. Para cujo desempenho, como comandante supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, suspendo a hierarquia nas três Armas e instituto o COMANDO SUPERIOR CONSTITUINTE EMERGENCIAL da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, para ser ocupado por qualquer militar de carreira da respectiva Arma, da ativa ou da reserva, que será efetivado pelo Comandante Supremo e Autoridade Suprema das Forças Armadas, Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, Presidente Constituinte da República, mediante simples comunicação ao mesmo no gabinete de campanha da Presidência da República no Lake Side SHTN Trecho 1, Lote 2, Bloco E, Ap. 210, 70.800-200, Brasília/DF.  

       A missão é de prisão para julgamento em corte marcial, porém, sem renúncia ao encargo constituinte na Constituição, de MATAR SE HOUVER RESISTÊNCIA.

        Como também,

    INSTALO EM  SEDE  DE  PROCESSO  HISTÓRICO  NO  FORO  DE  SOBERANIA,  NA  EXECUÇÃO DA AUTODEFESA DA CONSTITUIÇÃO E LEGÍTIMA DEFESA DA NAÇÃO.

          Os “Comitês de Caçadores” auto-arregimentados por cidadãos ou militares das Forças Armadas, das Polícias Militares, das Polícias Civis e por cidadãos comuns, incluídos os cidadãos integrantes da população carcerária confinada ou não, inspirado no precedente da Itália que foi muito bem sucedido e registrou exemplo de racionalidade e senso supremo de responsabilidade pública, e fundado na declaração do terrorista miliciano Jair Messias Bolsonaro de que instalou as suas milícias de caça, tiro ao alvo e extermínio compostas de pessoas adultas e crianças, e abriu o Brasil ao mercado de armas e munição para matar, exigido pelas suas milícias que tinham somente a Taurus para supri-las, obrigando-as se valerem do contrabando e de manterem grandes estoques de armas como se verificou dos 117 fuzis que a milícia bolsonariana tinha com Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz no Condomínio Vivendas da Barra onde Jair Bolsonaro também é proprietário. E como Jair Bolsonaro informou:

   “Temos que respeitar a vontade popular…  Não como uma política pública, mas como direito individual dos milicianos.” Ratificado pelo seu miliciano Sergio Moro: A flexibilização da posse e porte é política do presidente da República e corresponde a uma promessa eleitoral. O presidente falou que não é política de segurança pública mas que visa a atender aos anseio de seus eleitores de parte de seus eleitores de uma flexibilização da política.” 

 Cuja declaração adverte de que o BOLSONARISMO TERRORISTA MILICIANO está convicto de que tomaram o poder e deixarão viver quem eles quiserem, feita com arrogância máxima das suas quadrilhas, gangues e corporações milicianas aconteceu sobre o massacre hediondo, diabólico, macabro do músico Evaldo Rosa dos Santos e sua família no Rio de Janeiro, fuzilado com mais de 80 tiros por uma milícia arregimentada ao Exército, seguido dos massacres do jovem Christian Felipe Santana de Almeida Alves, a aos demais que a esses estão se seguindo pelas demais corporações milicianas, em todo o Brasil, e pelo ataque de extermínio aos seus inimigos nos presídios, pela modalidade de misturar quadrilhas inimigas na mesma cela e incitar auto massacre entre eles; como ainda, o uso de drones pelas suas milícias para fuzilar rivais sem chance de defesa.

Donde se tem que os pressupostos de legalidade, moralidade, ética, legitimidade e esgotamento da tolerância à espera de bom senso estão presentes à Magistratura de Estado para o que aqui se institui e determina na recuperação da civilização constitucional espiritualista religiosa brasileira; como única via para a civilização brasileira superar esta tragédia política da nação, sem esta remanescer com as mãos manchadas de sangue, porque apenas foi o instrumento que a bandidagem terrorista miliciana encarnada em Jair Messias Bolsonaro e Eduardo Dias da Costa Villas Boas construiu voluntariamente para o respectivo suicídio de poder à sua volta ao inferno de onde provém.

Pois, a matança miliciana cada dia fica mais feroz e satânica, aniquilando a nação indefesa por dois tipos diabólicos de pânico e medo: 1) a matança física que aterroriza pelos fuzilamentos; 2) a matança moral que se difunde pela propaganda que o BOLSONARISMO TERRORISTA MILICIANO  faz, como este, em todas as mídias sociais:

                              “Um homem morreu e duas pessoas foram baleadas nesta sexta-feira,(12.05.019) durante uma operação do 14º BPM (Bangu) na Vila Aliança e Vila Moretti, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Entre os feridos, está um menino de 11 anos, identificado apenas como Kauan… O Governador, que vem participando das operações, afirma que a matança não vai parar… só no primeiro trimestre deste ano ela já soma 481 pessoas fuziladas.”

          Então, está provado, sem necessidade de indiciamento técnico, face à instituição do  domínio do fato,  que Jair Messias Bolsonaro potencializou o estado de guerra convulsional terrorista de massacre da nação já ao grau de tirania e violência de 1.983% de aumento do banditismo comum de campo de 2003  2.018, que destruiu a família, desagregou a sociedade e desintegrou a nação ao grau de 117,9 milhões de demandas na justiça entre 93 milhões de demandantes na população economicamente ativa de 105 milhões de pessoas, com o BOLSONARISMO MILICIANO TERRORISTA que irrompeu roubando, assaltando, destruindo, estuprando, matando e expandido terror para a Venezuela. Resultando humana, legal, moral, ética, justa e perfeita REAÇÃO DE LEGÍTIMA DEFESA DA NAÇÃO, E DE RESTABELECIMENTO DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA PELA LEI E A ORDEM, ATRAVÉS DA “EXECUÇÃO SUMÁRIA” DOS MILICIANOS TERRORISTAS LISTADOS AOS “CAÇADORES,” ora encarregada às Forças Armadas, para que, SOBRE ESTAS RECAIA, EM CORTE MARCIAL, O SANGUE DE QUASE 12 MILHÕES DE PESSOAS QUE ESSE TERRORISMO JÁ MATOU, se as mesmas se mantiverem contra a nação como jagunços e capachos na tirania oligárquica transnacional corporativa terrorista de bandidos.  Hipótese em que, seus efetivos serão “caçados” indiscriminadamente, da mesma forma que elas vêm fazendo no BOLSONARISMO MILICIANO TERRORISTA. Porque, é lição insuperável do Direito Penal que:

            “Para tirar os bandidos da rua, se tem de tirar do poder, aqueles que, nas respectivas investiduras de autoridade produzem a degeneração moral que os gera.”

            E, é também o Direito Penal que identifica a fonte do banditismo no poder:

               Quem se associa a bandido ou a quadrilha de bandidos, se faz parte nos crimes por eles praticados.” E, “o que é mais réprobo, mais covarde, mais insano: matar na guerra com a espada, ou matar pela tirania ou pela forma de governo?

        A essa constitucionalidade intrínseca ajunta-se a legitimidade meritória extrínseca pelo fato de que a fórmula da extinção da tirania oligárquica transnacional corporativa terrorista de bandidos pela eliminação das fontes que a produzem, é econômica, segura, prática, simples, racional, incisiva, sem efeitos colaterais, não deixa traumas de guerra e nem promove desagregação atual ou futura da nação; então, o sistema de “caçada” que a executa, bem instalado e magistralmente conduzido não atrapalhará o formigueiro que tem de ser o canteiro de obras de construção da Pátria, que está instalado com as Forças Armadas promovendo ele no GOVERNO DO BRASIL. E para o qual a nação tem dinheiro e a respeitabilidade do mundo para empreende-lo, sob a liderança de um governo identificado por autoridade de cátedras, conhecimento de causa e domínio da vida civilizada.

 

      Então ,Jair Messias Bolsonaro e Eduardo Dias da Costa Villas Boas são “cabeça da lista” da fonte que produz a tragédia de civilização brasileira, como Aldo Moro encabeçou a lista na Itália; a requisição das Forças Armada é para prender, à corte marcial; logo, não se altera a ordem dos fatores, pela “caçada” sumária.

    A insubordinação qualificará o insubordinado para todas as consequências institucionais, penais e indenizatórias, e autorizará a ação dos “caçadores” sobre si como responsável pelo massacre de mais de 11 milhões de pessoas, ora eliminadas na base de 94 pessoas por dia só nos corredores de extermino SUS.

                                                                           PELOS POBRES. PELA FÉ.                                                                                      DENTRO DA CONSTITUIÇÃO, DO DIREITO E DA JUSTIÇA.

                                                        Presidência da República, Brasília/DF, 13 de maio de 2019                                                                                                                                           Celio Evangelista Ferreira do Nascimento                                                                             Presidente Constituinte do Brasil no povo no exercício direto do poder.

 

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